Terça-feira, 31 de Março de 2009
Rosa Mota
Gago Coutinho
Joaquim Agostinho

Domingo, 29 de Março de 2009
Alves Redol

Quinta-feira, 26 de Março de 2009
José Hermano Saraiva

Quarta-feira, 25 de Março de 2009
Manuela Ferreira Leite

Cresceu em Lisboa e frequentou o Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho e o Liceu D. João de Castro. Licenciou-se em Economia com 16 valores.
Foi bolseira do Estudo dos Aspectos Económicos da Educação, entre 1963 e 1964, e investigadora do Centro de Economia e Finanças da Fundação Calouste Gulbenkian, de 1964 a 1952. Dirigiu o departamento de Estatística do Instituto de Participações do Estado, entre 75 e 77, e até 1986 foi coordenadora do Núcleo de Finanças Públicas e Mercado de Capitais do Banco de Portugal. Entre 1986 e 1990 foi directora-geral da Contabilidade Pública do Ministério das Finanças e, em 1995 foi chefe de Delegação Portuguesa durante a IV Conferência Mundial da ONU sobre mulheres.
É militante do PSD (Partido Social Democrata) e já foi Ministra da Educação (1993-1995) e Ministra de Estado e das Finanças, entre outras importantes funções.
Foi já distinguida com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
Foi a primeira mulh
er portuguesa a ser eleita para chefiar um partido, neste caso o PSD, que dirige desde 31 de Maio de 2008, eleita com 37%, derrotando assim Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes e Mário Patinha Antão.Colabora com os jornais Expresso, Jornal de Notícias e Público. Fala também no Falar Claro, da Rádio Renascença.
Ferreira Leite é bisneta de José Dias Ferreira (lente de Direito da Universidade de Coimbra e ainda Presidente do Ministério da Monarquia Consituicional); neta de José Eugénio Dias Ferreira (lente do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras); irmã de Júlia Dias Ferreira de Almeida Flor (Professora Jubilada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e de Dias Ferreira (advogado e comentador desportivo).
Zeca Afonso

Terça-feira, 24 de Março de 2009
Poema Semanal
Jardim
O jardim tem folhas,

Relva e flores
Às vezes atá animais
Que são uns amores.
Têm vários cheiros,
Odores e aromas
Muitas e muitas cores
E ainda mais formas.
Os jardineiros orgulhosos
Vêm os seus legumes a crescer
Pois se não fossem as suas plantações
Nunca iriam comer.
D. Afonso III "O Bolonhês"

Sendo ele segundo filho não poderia herdar o trono português, foi, portanto, para França, onde se casou com D. Matilde de Bolonha. Afonso tornou-se então Conde de Bolonha.
Em Portugal, os conflitos entre D. Sancho II e a Igreja eram já insuportáveis, por isso o Papa Inocêncio IV mandou a substituição do Rei. D. Afonso cumpriu a ordem e foi aclamado Rei de Portugal em 1248.
Sidónio Pais

Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Aldeia da Pena

Terça-feira, 17 de Março de 2009
José Pedro Gomes

Segunda-feira, 16 de Março de 2009
Padeira de Aljubarrota/Brites de Almeida
Foi para Aljubarrota, onde se casou e abriu uma padaria. Era em Aljubarrota que estava quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos, para decidir a independência do país. Conta a lenda que sete castelhanos fugiram e se refugiaram na padaria de Brites de Almeida. Brites disse para os castelhanos se refugiarem no seu forno. Quando eles entraram, a padeira acendeu o lume e matou os castelhanos. Outra versão do acontecimento dizem que Brites encontrou os castelhanos adormecidos no seu forno, depois de se terem refugiado ali, e matou-os com a sua pá.
Vários historiadores dizem que tudo isto não passa de uma grande lenda, e que Brites de Almeida nunca terá existido na realidade. Porém, a Padeira de Aljubarrota (assim ficou conhecida) ficou célebre por esta história e ainda é uma grande personagem portuguesa.
Quarta-feira, 11 de Março de 2009
Júlio Dinis

Terça-feira, 10 de Março de 2009
Alexandre O'Neill

Poema Semanal
Outono
Outono no Inverno
Não é normal
Mas no calor do Verão

Não faz nada mal.
As folhas vêm castanhas,
Vermelhas amarelas
Vou a passear
E ouço o som delas
Tenho que ir para a rua agasalhado
Ou apanho um resfriado
Pois logo a seguir vem o Inverno
E eu tenho que estar preparado.
Sexta-feira, 6 de Março de 2009
Sebastião da Gama

Sebastião Artur Cardoso da Gama nasceu no dia 10 de Abril de 1924, em Vila Nogueira de Azeitão.
Em 1947, conclui o curso de curso de Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ainda nesse ano começa a ser professor em Lisboa, Setúbal e Estremoz.
Colaborou com as revistas Árvore e Távola Redonda.
Sebastião da Gama ficou na história pela sua dimensão humana, nomeadamente no convívio com os alunos.
Foi atigido pela tubercolose, que lhe provocaria a morte no dia 7 de Fevereiro de 1952, em Lisboa.
Foi também poeta, estriando-se com Serra Mãe, no ano de 1945. Escreveu também Loas a Nossa Senhora da Arrábida (1946), Cabo da Boa Esperança (1947) e Campo Aberto (1951). Depois da sua morte foram publicados Pelo Sonho é que Vamos (1953), Diário (1958), Itinerário Paralelo (1967), O Segredo é Amar (1969) e Cartas I (1994).
Quinta-feira, 5 de Março de 2009
Egas Moniz
Quarta-feira, 4 de Março de 2009
Filipe La Féria
Filipe La Féria nasceu no dia 17 de Maio de 1945, em Vila Nova de São Bento.Poema Semanal
Praia
As férias são solarengas
Quando vamos para a praia
Os rapazes vêm de calções

E as raparigas de saia.
No mar chapinhamos
Nadamos e brincamos.
Na areia fazemos castelos
Grandes e muito belos.
Comemos gelados e doces
Que compramos nos cafés e nos bares
Acaba assim um dia em grande
E voltamos para os nossos lares.
Segunda-feira, 2 de Março de 2009
Panteão Nacional

O Panteão Nacional situa-se em Lisboa.
Antes de se construir o panteão, existia naquele local uma igreja chamada Igreja de S. Engrácia, construída em 1568, por ordem da Infanta D. Maria, filha de D. Manuel I.
A Igreja foi alvo de roubo, por volta de 1630. Foi acusado Simão Solis, um fidalgo que passava muitas vezes por ali, pois namorava com uma freira. Foi condenado a morrer na fogueira. Quando ia ser queimado, disse que era "tão verdade ele ser inocente como as obras da igreja nunca mais acabarem."
O verdadeiro ladrão viria, mais tarde, a confessar o roubo.
A igreja acabou por ruir duas vezes. As obras de reconstrução demoraram tanto tempo que se começou a utilizar a expressão "Obras de S. Engrácia."
Em 1916 começa a ter as funções de Panteão.
As leis diziam que se tinha que se esperar quatro anos para do corpo, de uma personalidade importante, poder ser transportado para o Panteão, ou, podendo também dizer-se, ter honra de Panteão (a Honra de Panteão é a maior Honra depois da Morte). A única excepção foi de Amália Rodrigues, que apenas esperou 2 anos.
Estão no Panteão Nacional especialmente escritores e presidentes.
Personalidades sepultadas no Panteão Nacional:
- Almeida Garrett, escritor (1799-1854)
- João de Deus, escritor (1830-1896)
- Manuel de Arriaga, Presidente da República (1840-1917)
- Teófilo Braga, Presidente da República (1843-1924)
- Guerra Junqueiro, escritor (1850-1923)
- Óscar Carmona, Presidente da República (1869-1951)
- Sidónio Pais, Presidente da República (1872-1918)
- Aquilino Ribeiro, escritor (1885-1963)
- Humberto Delgado, marechal e opositor ao Estado Novo (1906-1965)
- Amália Rodrigues, fadista (1920-1999)
O Panteão Nacional tem também cenotáfios (pequenos memoriais a personagens ilustres que estão sepultadas noutro local ou em sítio desconhecido) de várias figuras da História de Portugal:
- Nuno Álvares Pereira, cavaleiro e Condestável (1360-1431)
- Infante D. Henrique, filho de D. João I (1394-1460)
- Vasco da Gama, navegador (1469-1524)
- Pedro Álvares Cabral, navegador (1467?-1520?)
- Afonso de Albuquerque, militar e navegador (1462-1515)
- Luís Vaz de Camões, poeta (1524-1580)
