sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Ricardo de Araújo Pereira

Ricardo Artur de Araújo Pereira nasceu no dia 28 de Abril de 1974, em Lisboa. É filho de um aviador da TAP e de uma assistente de bordo.

Foi argumentista das Produções Fictícias e co-autor Herman José em programas como Herman José (RTP), O Programa da Maria (SIC, 2001), Hermandifusão Portuguesa (RDP), Felizes para Sempre (Expresso), As Crónicas de José Estebes no Diário de Notícias, entre outros.

Em 2003, faz um programa, juntamente co José Diogo Quintela, na Sic Radical chamado O Perfeito Anormal. Aí começa o projecto Gato Fedorento. Desse projecto nasceram várias séries: Série Fonseca (SIC Radical), Série Meiréles (SIC Radical), Série Barbosa (Sic Radical) Série Lopes da Silva (RTP), Diz que é uma espécie de magazine (RTP) e a última foi Zé Carlos (SIC).

Ricardo é o mais conhecido dos quatro humuristas do Gato Fedorento, pois é sempre ele que imita vários políticos (José Sócrates, Cavaco Silva, Santana Lopes, Valentim Loureiro, etc.), várias pessoas do desporto (Paulo Bento) e ainda faz os sotaques de várias regiões do país.

Escreveu dois livro, o primiro juntamente com Miguel Góis (também do Gato Fedorento), chamados O Futebol é Isto Mesmo, ou então é outra coisa completamente diferente e ainda Boca do Inferno.

É casa do com Maria José Areias, produtora de rádio, e tem duas filhas: Rita e Maria. Diz ser um adepto fervoros do Benfica e vive na Margem Sul.




quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Rui Veloso

Rui Manuel Gaudêncio Veloso nasceu em Lisboa, no dia 30 de Julho de 1957. É um dos maiores cantores de Portugal.

Com apenas três meses, Rui Veloso mudou-se para o Porto.

Desde os seus seis anos que toca harmónica.

Já tocou no Coliseu do Porto e no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Já recebeu os elogios do ex-presidente da República, Mário Soares, que lhe atribuiu a Grã-Cruz da Ordem do Infante.

Na Enciclopédia da Música Portuguesa é o segundo cantor português com mais páginas destinadas (em primeiro está Amália Rodrigues).

As canções mais conhecidas de Rui Veloso são Chico Fininho, Porto Sentido, Não Há Estrelas No Céu, Sei de Uma Camponesa, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola)e Porto Covo.

Fez parte de um grupo musical chamado Rio Grande, que era constituído por Tim (Xutos e Pontapés), João Gil (Ala dos Namorados), Jorge Palma, Vitorino e João Monge.

Em 2006, para celebrar os 25 anos de carreira, Rui Veloso faz dois concertos no Coliseu do Porto e ainda outro no Pavilhão Atlântico.

O seu último disco foi A Espuma das Canções, gravado em 2005.

Actuou junto dos Per7ume, no tema Intervalo, que ganhou muitíssima popularidade.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Lista dos Maiores Portugueses (minha)

Já foi há quase 3 anos que houve o programa Grandes Portugueses, feito pela RTP. Eu acho que foi uma injustiça ter ganho o Salazar, por isso faço eu a minha lista:

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1.º lugar - D. Afonso Henriques

2.º lugar - Luís de Camões

3.º lugar - Aristides de Sousa Mendes

4.º lugar - Infante D. Henrique
5.º lugar - D. João II
6.º lugar - D. Dinis
7.º lugar - Amália Rodrigues
8.º lugar - Fernando Pessoa
9.º lugar - Vasco da Gama
10.º lugar - Marquês de Pombal





























domingo, 25 de janeiro de 2009

Poema Semanal

Normalmente o Poema Semanal terça-feira, mas ontem à noite veio-me à cabeça várias rimas, portanto fica aqui o poema:
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O Poeta

O Poeta é o farol
Que ilumina as palavras que não existem.
O Poeta é o sentimento
O sentimento que tem
Amor, ternura e carinho.
O Poeta é aquele que escreve no papel
Ou no pergaminho
É aquele que desenha o caminho
Das palavras contentes
Ou engraçadas,
Tristes
Ou magoadas
Essas palavras iluminadas pelo farol
Pelo Poeta-Farol
Com uma luz quente com o Sol.


Poema original de: Sbasti

sábado, 24 de janeiro de 2009

Inês de Castro

Inês de Castro nasceu na Galiza, entre 1320 e 1325.

Era filha de Pedro Fernandes de Castro, mordomo-mor do Rei Afonso IX de Castela, e de uma dama portuguesa chamada Aldonça Lourenço de Valadares.

Inês vaio para Portugal como aia de D. Constança, que se iria casar com D. Pedro de Portugal.

D. Pedro casou-se com D. Constança, mas Inês e o futuro Rei de Portugal estavam ambos apaixonados. Este romance não agradava o povo e a corte e quando chegou aos ouvidos do pai de Pedro, D. Afonso IV, este só queria separálos. Mas em 1345, D. Constança morre e D. Pedro vai viver com Inês para Coimbra. Os dois casaram-se às escondidas e tiveram 4 filhos.

D. Afonso IV mandou Inês de volta para Castela, para separála de Pedro. Mas o amor dos dois não parou. Encontravam-se várias vezes em segredo.

D. Afonso só via uma solução: matar Inês. E assim foi. No dia 7 de Janeiro de 1355, D. Pedro foi à caça e Inês ficou numa quinta em Coimbra. Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco degolaram Inês de Castro, sem dó nem piedade.

D. Pedro desenterrou o corpo da amada, sentou-a no trono e todas as pessoas do Reino tinham que beijar os ossos de Inês. O corpo da amada do já Rei de Portugal foi sepultado no Mosteiro de Alcobaça, num bonito túmolo. O corpo de D. Pedro foi depois sepultado ao lado do de Inês.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Aristides de Sousa Mendes

Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches nasceu em Cabanas de Viriato, no dia 19 de Julho de 1885.

O pai de Aristides de Sousa Mendes era um grande juiz. Aristides tinha também um irmão gémeo, chamado César de Sousa Mendes.

Vai estudar na Universidade de Coimbra, e instala-se em Lisboa, em 1907. Como era diplomata, Aristides viajou até ao Brasil, Tânzania e Estados Unidos da América. Vai, como consûl, para Bordéus, na França.

Casou-se com a prima Angelina

Entretanto, começa a II Guerra Mundial. Adolf Hitler avança com as suas tropas para França, para matar os judeus. Para se salvarem, os judeus têm que ter um visto no passaporte. Assim, passariam para Espanha e depois para Portugal, onde apanharião um avião para os Estados Unidos.

Aristides não podia passar vistos aos judeus, mas era sua obrigação ir contra as ordens de Salazar e Hitler. Era o seu dever de bom Cristão. Assim, Aristides passou vistos a várias pessoas e acolheu outras tantas. Começam a chegar tantos homens e mulheres, que Aristides pede ajuda aos filhos e ao rabino Kruger. Aqueles que não tinham passaporte, levavam um visto numa simples folha de papel.

Salazar sobe disto e mandou fechar as fronteiras aos estrangeiros que tivessem vistos de Aristides. Sabendo que só no dia seguinte as ordens iriam ser efectuadas, o consûl português ainda salvou várias pessoas a tempo.

No dia 8 de Julho de 1940, Aristides volta a Portugal. Salazar tira-lhe o título de diplomata por um ano.

Aristides morre na miséria, no dia 3 de Abril de 1954, pai de 14 filhos.


Passado muito tempo, os filhos de Aristides (mais uma filha de uma amante) dão uma homenagem ao pai. Em vários países, são feitas estátuas, plantadas árvores etc. em memória de Aristides. Em Portugal, são organizados teatros feitos pelos filhos e netos do consûl.

Aristides de Sousa Mendes fica então conhecido como o homem que salvou os judeus de serem mortos por Hitler, passando mais de 30.000 vistos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Viriato


Viriato foi, considerado por alguns, o primeiro português da História.

Não se sabe a data nem o local do nascimento de Viriato.

Várias hipóteses dizem que Viriato era um pastor dos Montes Hermínios (agora chamada Serra da Estrela). Outras apontam para que Viriato fosse soldado; Rei; Duque ou Príncipe.

Viriato foi chefe da Lusitânia, enquato esta era atacada pelos poderosos e dominadores Romanos. Os lusitânos defendiam-se com pedras e armas construidas por eles. Escondiam-se atrás de arbustos e, quando os Romanos vinham a subir a montanha, Viriato dava ordem para lançar as armas contra os adeversários. Assim foi durante muitos anos.

O Imperador de Roma obriga-se a usar o suborno. Manda três companheiros de Viriato mandar matar o grande chefe dos lusitânos e em troca receberiam uma recompensa. Assim aconteceu. Os três traidores entraram na tenda de Viriato, enquanto este dormia. Mataram-no e foram a correr para o palácio do Imperador de Roma, para obter a recompensa. Quando lá chegaram, o Imperador disse-lhes: "Roma não paga a traidores".

Luís de Camões dedicou, nos Lusíadas, sete versos a Viriato:

Este que vês, pastor já foi de gado
Viriato sabemos que se chama
Destro na lança mais que no cajado
Injuriada tem de Roma a fama,
Vencedor invencibil, afamado
Não tem co'ele, nem ter puderam
O primor que com Pirro já tiveram.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Camané

Carlos Manuel Moutinho Paiva dos Santos, mais conhecido por Camané, é um fadista português nascido em Oeiras, em Oeiras.

Em 1979 ganhou a Grande Noite do Fado.

Participou em teatros de Filipe Lá Féria: Grande Noite, Maldita Cocaína e Cabaret.

Colaborou com os Humanos, uma banda em homenagem a António Variações.

Já gravou vários discos como:


  • Uma Noite de Fados, em 1995
  • Na Linha da Vida, em 1998
  • Esta coisa da Alma, em 2000
  • Pelo Dia Dentro, em 2001
  • Como sempre... Como dantes, 2004


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Poema Semanal

O Vento

O Vento leva as folha
Leva-as sempre sem parar
Leva-as sempre aos molhos
Sempre sem parar de soprar.

Abana as árvores
E os ramos.
Agita as flores e as suas cores
Tira os chapéus aos meus amores.

Chapéus há muitos
Por isso vou mais encontrar
Mas tenho de ter cuidado
Para o vento não o levar.


Poema original de: Sbasti

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Bocage

Manuel Maria de Barbosa I'Hedois du Bocage nasceu em 15 de Setembro 1765, em Setúbal.

A sua infância foi muito infeliz, pois aos seis anos de idade o seu pai foi preso e aos dez anos a mãe morreu.

No dia 14 de Abril de 1786, partiu para o Rio de Janeiro, no Brasil. Dizem que "gostou tanto da cidade que, pretendendo permanecer definitivamente, dedicou ao vice-rei uma poesia-canção cheia de bajulações, visando atingir seus objectivos. Sendo porém o vice-rei avesso a elogios, fê-lo prosseguir viagem para as Índias".

Em 1797, foi dada ordem de prisão a Bocage. O poeta português só saíu da prisão no dia 14 de Novembro de 1797.

No dia 21 de Dezembro de 1805, Bocage morre em Lisboa.

Uma das provas dos seus dotes de poeta, foi quando um polícia lhe apontou uma pistola e lhe perguntou quem era ele. Bocage respondeu:
Eu sou o poeta Bocage
Venho do café Nicola
E vou para outro mundo
Se disparares a pistola.




domingo, 18 de janeiro de 2009

Salto

O Salto é uma freguesia do concelho de Montalegre. Tem 77,89 km² de área e por volta de 1 900 habitantes.

Salto é a freguesia mais habitada do concelho.

Salto tem uma população hospitaleira, alegre e orgulhosa de viver na freguesia.

sábado, 17 de janeiro de 2009

D. Afonso II "O Gordo"


D. Afonso II nasceu em Coimbra, no dia 12 de Abril de 1185.

Afonso era filho do Rei D. Sancho I e de D. Dulce de Aragão.

Em 1211, Afonso sobe ao trono de Portugal, com o nome de D. Afonso II.

Os seus primeiros anos de reinado foram marcados por conflitos entre o Rei e as suas irmãs, Mafalda, Teresa e Sancha, pois o pai destes deixou um testamento às filhas, onde lhes deixava vários castelos.

D. Afonso II não quis continuar a conquistar terras. Em vez disso, preocupou-se na ecónomia do país. Mandou vários embaixadores a alguns países europeus, para assinar tratados de comércio. Em termos militares, emprestou soldados a castelhanos e franceses, para ajudar na expulsão dos Muçulmanos da Península Ibérica.

D. Afonso II morreu no dia 25 de Março de 1223, em Coimbra. Está sepultado no Mosteiro de Alcobaça.


Porquê o cognome?

D. Afonso II foi conhecido como "O Gordo", pois era realmente gordo. Há quem diga que D. Afonso II morreu evenenado.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Teófilo Braga


Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu no dia 24 de Fevereiro 1843, em Ponta Delgada, na região autónoma dos Açores.

Foi escritor e ensaísta. O seu primeiro livro foi Folhas Verdes, escrito em 1859.

Estudou Direito na Universidade de Coimbra.

No dia 28 de Agosto de 1910, Teófilo Braga torna-se, temporariamente, Chefe do Estado.

Foi eleito Presidente da República no dia 29 de Maio de 1915, com 98 votos. O seu mandato durou menos de 3 meses.

Morreu no dia 28 de Janeiro de 1924, em Lisboa.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Cristiano Ronaldo


Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro nasceu no Funchal, no dia 5 de Fevereiro de 1985. O seu segundo nome foi-lhe dado pelo pai, em homenagem ao Presidente dos Estados Unidos da América, Ronald Reagen.

Cristiano Ronaldo é um jogador de futebol mundial, mas a sua carreira começou no Andorinhas, onde despertou desde logo o interesse do Nacional da Madeira. Com 10 anos, vai mesmo para o Nacional. E com apenas 11 anos vai para Lisboa jogar no Sporting, onde fez 25 partidas e marcando 3 golos. Na sua estreia no novo estádio Alvalade XXI, Ronaldo fez um jogo de enorme qualidade. Os jogadores do Manchester United de Inglaterra pediram então ao treinador, Sir Alex Fergunson, que contratasse Ronaldo, para o lugar de David Beckham, que saíra para o Real Madrid.

Ronaldo assinou pelo Man. United em 2003, e em 2007 renovou até 2012.

Foi em 2003 que fez o primeiro jogo pela selecção portuguesa. O golo n.º 1 foi marcado frente à Grécia no Euro 2004.

2008 foi o ano de ouro de Ronaldo, que recebeu os títulos de: Jogador do Mês em Janeiro; Jogador do Mês em Março; Melhor Jogador da Liga Inglesa; Melhor Marcador da Liga Inglesa; Prémio de Mérito da Liga Inglesa; Melhor Jogador da Liga dos Campeões; Bota de Ouro; presença no onze ideal da FIFA; Bota de Prata no Mundial de Clubes da FIFA; Bola de Ouro da France Football e ainda Melhor Jogador do Mundo FIFA.











terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Poema Semanal

Fogo

O Fogo arde vermelho
Vermelho do sangue e do mal
Esse fogo tão quente
Esse fogo tão mortal.

É a água que apaga o fogo
Fica em cinzas e bem preto
Mas já é tarde para parar o mal
Pois a destruição foi do chão até ao tecto.

Os dias de calor acabaram
Já não há incêndios em lugar nenhum
Mas as saudades das vidas perdidas
Não têm fim algum.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Nuno Álvares Pereira


Nuno Álvares Pereira nasceu no dia 24 de Junho de 1360, em Flor da Rosa ou em Paços do Bonjardim.

Os seus pais eram D. Álvaro Gonçalves Pereira e Iria Gonçalves do Carvalhal. Em 1377, casou com Leonor de Alvim. Desse casamento, nasceu uma filha, Beatriz Pereira de Alvim, que viria a casar-se com o primeiro Duque de Bragança, D. Afonso.

Quando D. Fernando I morre, deixa apenas um filha, D. Beatriz, casada com o Rei de Castela. Os nobres defendiam que D. Beatriz devia ser Rainha, o que significava que o Rei de Castela governaria Portugal. Nuno Álvares Pereira defendia, como maior parte do povo e da burguesia, que o Rei devia ser o filho ilegítimo de D. Pedro I, D. João, Mestre de Avis.

Em Abril de 1384, trava-se a Batalha dos Atoleiros. As tropas portuguesas eram comandadas por Nuno Álvares Pereira. Foi Portugal quem saiu vencedor, ganhando aos castelhanos. Depois desta vitória, D. João dá a Nuno Álvares Pereira os títulos de Condestável de Portugal e Conde de Ourém.

No dia 6 de Abril de 1385, nas cortes de Coimbra, D. João é finalmente conhecido como Rei de Portugal.

Os castelhanos não desistiram e voltaram a invadir Portugal, desta vez com um exército de mais de 30 mil homens. O exército português tinha por volta de 6 mil homens, o que iria dificultar a vitória. Novamente à frente dos soldados, Nuno Álvares Pereira utiliza a tática do quadrado, que consistia em cercar os soldados castelhanos de surpresa. A batalha foi travada em Aljubarrota, ficando assim conhecida como Batalha de Aljubarrota. Foi novamente Portugal que saiu vencedor da batalha. Nuno Álvares Pereira recebeu então novos títulos: Conde de Arraiolos e Conde de Barcelos.

Depois da morte da sua mulher, Nuno Álvares Pereira dedica-se à vida religiosa.

Morre com 71 anos, no dia 1 de Novembro de 1431. O seu túmulo foi destruido no Terramoto de 1755. O seu epitáfio era: "Aqui jaz o famoso Nuno, o Condestável, fundador da Casa de Bragança, excelente general, beato monge, que durante a sua vida na terra tão ardentemente desejou o Reino dos Céus depois da morte, e mereceu a eterna companhia dos Santos. As suas honras terrenas foram incontáveis, mas voltou-lhes as costas. Foi um grande Príncipe, mas fez-se humilde monge. Fundou, construiu e dedicou esta igreja onde descansa o seu corpo."

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Vasco Santana


Vasco António Rodrigues Santana, nasceu no dia 28 de Janeiro de 1898, em Lisboa. É considerado o maior actor português.

Casou-se com Mirita Casimiro, também ela actriz. Deste casamento, nasceram dois filhos muito ilustres: Henrique Santana (actor) e de José Manuel Santana (produtor da RTP).

Foi um actor que fez filmes de comédia, que fez dupla com uma grande actriz, Laura Alves, e as suas frases que marcaram para sempre o cinema de Portugal.

Aos 19 anos, Vasco Santana é chamado para substituir o actor Artur Rodrigues. Assim fez, lançado na sua primeira peça pública.



Vasco Santana é depois considerado uma estrela de cinema, participando em três filmes muito conhecidos: A Canção de Lisboa (1933), onde contracena com Beatriz Costa e António Silva; O Pai Tirano (1941), onde faz dupla com Ribeirinho; e O Pátio das Cantigas (1942), filme onde disse uma das frases bem conhecidas dele ”Ó Evaristo, tens cá disto?”.

Entrou também em peças dramáticas e teve também muito jeito com a rádio.

Morreu no dia 13 de Junho de 1958.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Pedro Julião/Pedro Hispano/ João XXI


Pedro Julião, também conhecido como Pedro Hispano, e mais tarde Papa João XXI, nasceu por volta de 1226, em Lisboa.

Pedro Julião era filho de Julião Rebelo e de Teresa Gil.

Começou por estudar em Lisboa, mas mais tarde foi para Paris. Entre 1246 e 1252, deu aulas de medicina na Universidade de Siena, em Itália, onde escreveu várias obras, sendo a mais importante o Tratado Summulæ Logicales.

Pedro Julião escreveu também De Oculo, um tratado sobre oftalmologia. Escreveu também Thesaurus Pauperum, que ajudou Miguel Ângelo quando este teve um problema de olhos.

Recebe vários títulos como Tesoureiro-Mor na Sé do Porto, Prior da Igreja de Santo André em Mafra, cónego e deão da Sé de Lisboa e Dom-Prior na Colegiada Real de Santa Maria de Magalhães.

Pedro Julião é nomeado Arcebispo de Braga pelo Papa Gregório X, em 1273.

O mesmo Papa Gregório X, nomeia Pedro Julião para seu médico principal.

No dia 13 de Setembro de 1276 é eleito Papa, e no 20 é coroado com o nome de João XXI (nunca existiu nenhum Papa com o nome João XX, e existem várias teorias acerca do nome do Papa português).

João XXI morre 8 meses depois de ser eleito Papa morre vítima de desmoronamento das paredes do seu aposento, no dia 20 de Maio de 11277. Está sepultado na Catedral do Viterbo.

Foi, até agora, o único Papa português de todos os tempos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Almeida Garrett


João Baptista da Silva Leitão, mais tarde conhecido como Almeida Garrett, nasceu no Porto, no dia 4 de Fevereiro de 1799.

Na adolescência, Garrett foi viver na ilha Terceira, nos Açores, pois as tropas francesas estavam a invandir Portugal.

Em 1816, foi estudar direito em Coimbra. Em 1821, escreveu O Retrato de Vénnus, obra que lhe custou um processo por ser considerado materealista, ateu e imoral.

Combateu nas guerras liberais, em 1820. Em 1823, parte para o exílio da Inglaterra. Nessa altura, tinha-se já casado com uma jovem de 14 anos, Luísa Midosi.

Em 1824, foi para França, onde escreveu Camões (1825) e ainda Dona Branca (1826).

Voltou depois a Portugal, dedicando-se ao jornalismo.

Em 1828, voltou a abandonar Portugal devido ao regresso do Rei D. Miguel. Em Inglaterra volta a escrever outras obras como Adozinda e Catão. Nesse mesmo ano, morre a sua filha recém-
-nascida.

Quando Garrett volta novamente a Portugal, dedica-se ao teatro. Foram de sua iniciativa as criações do Conservatório de Arte Dramática, da Inspecção-Geral dos Teatros, do Panteão Nacional e do Teatro Nacional D. Maria II (baptizado na altura como Teatro Normal).

Morreu vitima de cancro, no dia 9 de Dezembro de 1854, em Lisboa.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Poema Semanal

O Mar


O Mar
Tira-me o olhar
Põe-me a sonhar.


Tem ondas de mil movimentos
Uns grandes e outros pequenos
Onde os meninos salpicam e saltitam
se divertem e brincam.



Tem peixes bem coloridos
E algas bem movimentadas.
Areias bem quietas
E conchas bem molhadas.


E é o espelho do Sol...


O Mar
Tira-me o olhar
Põe-me a sonhar.



Poema original de: Sbasti










segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

D. Sancho I "O Povoador"


D. Sancho I foi o segundo Rei de Portugal.

Nasceu no dia 11 de Novembro de 1154, em Coimbra. Era o quarto filho de D. Afonso Henriques, o que não possibilitava que ele fosse rei. Foi primeiro baptizado como Martinho (por ser o santo desse dia). Mas a morte do seu irmão, D. Henrique, levou à alteração do seu nome, e ficou Sancho Afonso.

D. Sancho foi armado cavaleiro, em 1170, pelo seu pai, depois do Rei ter tido o acidente em Badajoz. A partir daí, Sancho foi o braço direito do pai em assuntos políticos e militares.

Os pretendentes à coroa portuguesa eram muitos, especialmente Castelhanos, que não conheciam Portugal como país independente. Aragão, um reino inimigo de Castela, foi o primeiro a reconhecer Portugal. Em 1174, D. Sancho chegou mesmo a casar com D. Dulce Berenguer, princesa de Aragão.



Em 1185, D. Afonso Henriques morreu. D. Sancho I subiu então ao trono.

D. Sancho I não continuou a lutar contra Galiza, como o pai. Em vez disso, o segundo Rei de Portugal continuou a conquistar para o Sul. Conseguiu conquistar Silves, em 1189. Mesmo assim, a posse de Silves foi curta, pois o mouro Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur cercou Silves em 1190.

D. Sancho I dedicou grande parte do seu tempo a passar cartas de foral a várias terras: Gouveia (em 1186), Covilhã (em 1186), Viseu (em 1187), Bragança (em 1187), etc. criando assim novas cidades. Depois deste feito, D. Sancho tinha que povoar as terras.

D. Sancho I morreu em Coimbra, no dia 26 de Março de 1211. Está sepultado, juntamente com o seu pai, no Mosteiro de Santa Cruz.



Porquê o cognome?
Como já se disse anteriormente, D. Sancho conquistou ainda várias cidades e passou cartas de foral a outras. Depois disto, D. Sancho tinha que povoar as terras. E assim foi. Ficou assim o cognome de "O Povoador".

domingo, 4 de janeiro de 2009

Manuel de Arriaga



Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue, nasceu em Horta, no dia 8 de Julho de 1840.


Estudou na Universidade de Coimbra entre 1860 e 1865. Era político poeta, escritor e grande orador.


Em 1905, Manuel de Arriaga é nomeado director da Universidade de Coimbra, cargo que mantém até 1910.


No dia 24 de Agosto de 1911, é nomeado Presidente da República. O seu mandato foi muito atribulado devido a pequenas revoluções monárquicas.


Manuel de Arriaga é sucedido pelo professor Teófilo Braga, na presidência da república. Morreu dois anos depois, a 5 de Março de 1917.


Foi sepultado no cemitério dos Prazeres, mas o seu corpo foi transladado para o Panteão Nacional.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Unhais da Serra


A vila de Unhais da Serra situa-se no concelho da Covilhã.

É uma pequena vila termal, com 32,11 km² e tem por volta dois mil habitantes.


Abriu há pouco tempo um hotel em Unhais da Serra. Chama-se H2Otel, e o site chama-se http://www.naturaimbhotels.com/index.asp?idedicao=51&idSeccao=721&Action=seccao.


Se estiverem baixas temperaturas, pode nevar mesmo na vila. No Inverno, pode-se ver parte da Serra da Estrela com neve.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Infante D. Henrique


O Infante D. Henrique foi o quinto filho do rei D. João I e de D. Filipa de Lencastre.

O Infante nasceu no Porto, no 4 de Março de 1394. Foi o maior impulsionador dos descobrimentos. Foi ele, juntamente com outros irmãos (chamados Ínclita Geração), que influenciaram o pai, D. João I, a ir conquistar Ceuta. E em Agosto de 1415, Ceuta foi realmente conquistada.

Precisamente em 1415, foi armado cavaleiro, recebendo os títulos de Duque de Viseu e Senhor da Covilhã.

Em 1418, regressou a Ceuta, com a companhia do seu irmão D. João. Os Infantes iam numa missão de socorro, pois Ceuta estava cercada pelos reis de Fez e Granada.

Em 1419 e 1420, os seus escudeiros, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, desembarcaram na ilha da Madeira. O arquipélago foi doado a D. Henrique, quando D. Duarte estava já no trono.

No dia 25 de Maio de 1420, D. Henrique foi nomeado dirigente da Ordem de Cristo.

Em 1427, os seus navegadores navegadores descobriram os Açores.

O Infante mandou um dos seus navegadores, Gil Eanes, dobrar o Cabo Bojador, cabo que na altura era considerado o fim do mundo pela Europa. Gil Eanes acabou com os medos, ao dobrar o cabo em 1434.


Os navegadores de D. Henrique continuaram sempre a navegar para o desconhecido. Dobraram cabos e a costa de África ganhava forma nos mapas.

No dia 13 de Novembro de 1460, o Infante D. Henrique morre. Deram-lhe o cognome de "O Navegador".

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Adeus 2008... Olá 2009

Olá 2009, espero que tu consigas ser melhor que 2008.